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1. Resultados cada vez mais personalizados Os resultados que os motores de busca apresentam, são cada vez mais personalizados. Isto quer dizer que duas pessoas podem pesquisar a mesma palavra-chave ao mesmo tempo e obter resultados diferentes. Basta que usem “Googles” diferentes (.pt ou .com), ou preferências de idioma distintos. Aliás com a crescente importância do comportamento passado do utilizador nos algoritmos de ordenação, duas pesquisas feitas pela mesma pessoa, podem num curto espaço de tempo, originar duas ordenações diferentes, sem que mais nenhum factor tenha entrado em jogo. À parte: este peso do comportamento de pesquisa passado, nas pesquisas actuais, é ainda mais visível no caso do Google AdWords. 2. Pesquisa Universal
Como avaliar o ranking de um site nesta situação?
3. Qualidade do tráfego
Por fim, a análise da posição não diz nada sobre a qualidade das palavras-chave. De que vale ter a primeira posição para uma palavra-chave que ninguém usa? Ou para uma palavra-chave que provoca taxas de rejeição próximas de 100%. Fora isso é sempre mais informativo e correcto avaliar as acções de Search Marketing através da análise do tráfego que os motores de busca geram. Depois de feito este estudo, então já podemos entrar em paranóia e queixar-nos obcecadamente que o mundo está contra nós, e que o nosso site nunca aparece na 1ª página.
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